Crítica: O Maior Amor do Mundo (2016)

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6/1017/1005,1/109%55%
Números obtidos do IMDb e do Rotten Tomatoes em 1.5.2016.

Se você assistiu a Idas e Vindas do Amor (Valentine’s Day) e Noite de Ano Novo (New Year’s Eve), já sabe o que esperar de O Maior Amor do Mundo (Mother’s Day): Gary Marshall dirige, mais uma vez, um filme sobre uma data importante no calendário e conta várias histórias que se interligam. Desta vez, porém, ao falar sobre o Dia das Mães, o número de personagens diminui e o drama aumenta, com espaço para mais conflitos.

Sandy (Jennifer Aniston) é divorciada e tem que aprender a lidar com o fato de que seus dois filhos também gostam da nova esposa do pai. Jesse (Kate Hudson) não fala com a mãe há anos e esconde dela alguns segredos. Miranda (Julia Roberts) não tem filhos, pois escolheu “ter uma carreira” e faz sucesso na televisão. Bradley (Jason Sudeikis) é viúvo e pai de duas meninas e se prepara para passar o primeiro Dia das Mães sem a esposa.

O filme inteiro se passa praticamente no final de semana do Dia das Mães, de modo que as histórias andam muito rápido: conflitos surgem e são resolvidos praticamente ao mesmo tempo. Além disso, não achei as piadas tão engraçadas quanto nos filmes anteriores. A plateia na sessão em que eu estava também não riu muito.

Houve uma cena, porém, em que eu ri sozinha. Talvez porque as demais pessoas não tenham entendido a referência feita na cena… Miranda (Julia Roberts) está almoçando e seu agente Lance (Hector Elizondo) aparece e fala “você está certa! Este é o garfo da salada!”. Quem não se lembrar que em Uma Linda Mulher, também dirigido por Gary Marshall, a personagem de Julia Roberts pede ajuda ao personagem de Hector para aprender a usar os talheres à mesa não vai achar graça nenhuma na cena!

Em resumo, o elenco é ótimo mas o roteiro deixou um pouco a desejar… Não correria ao cinema para assistir se tivesse que pagar. Melhor esperar chegar à televisão.

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